MOEDA SOCIAL COMO INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL: UM LEVANTAMENTO DAS PRÁTICAS REALIZADAS NO TERRITÓRIO NACIONAL

  • André Vinicios Koltermann Maturana
  • Romualdo Kohler
  • Luiza Gaiger Da Costa Zuge
Palavras-chave: Desenvolvimento local, Economia Solidária, Bancos Comunitários, Moeda Social

Resumo

As consequências sociais negativas geradas pelo domínio de um modelo de
produção excludente, como a degradação do trabalho, motivaram a criação de diferentes
formas de organização social com relações mais justas e igualitárias na sociedade. A
Economia solidária surge neste contexto, executando diferentes estratégias para sua
consolidação no território Nacional. O processo de inclusão financeira realizado por
instituições não bancárias através do acesso ao crédito tem sido visto como uma dessas
estratégias. As práticas de finanças solidárias que atuam nesse espaço são desenvolvidas
pelos bancos comunitários de desenvolvimento (BCDs) que facilitam o acesso ao crédito e
oferecem outros serviços financeiros aos moradores locais por meio da criação e utilização
de “moedas sociais” circulantes locais. Neste sentido o presente artigo realiza um resgate
teórico a fim de conceituar e caracterizar moeda social e banco comunitário de
desenvolvimento. Além de um levantamento das práticas já implantadas no território
Nacional.

Biografia do Autor

André Vinicios Koltermann Maturana

Mestrando do PPGDR/Unijuí, bolsista Capes.

Romualdo Kohler

Professor titular do PPGDR/Unijuí, Mestre em Desenvolvimento Regional pela UNISC e Doutor em Administração pela UnaM, Misiones, Argentina.

Luiza Gaiger Da Costa Zuge

Aluna do Curso de Graduação em Ciências Econômicas da Unijuí, Bolsista CNPQ.

Publicado
2018-12-13
Seção
EIXO 1:ESTADO, DEMOCRACIA, POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO SOCIAL DO DESENVOLVIMENTO