USO DE REJEITO DE PEDRA AMETISTA PARA A PRODUÇÃO DE CONCRETOS: POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO REGIONAL

  • Mariana Bandiera UNIJUÍ
  • Fernanda De Marco
  • Maiara Giacomini
  • Tuani Zat
  • William Widmar Cadore

Resumo

O estudo dos rejeitos gerados a partir da mineração de pedras preciosas na região do médio alto Uruguai gaúcho objetiva caracterizar fisicamente o material através de pesquisas bibliográficas e ensaios laboratoriais para utilizar o rejeito de rocha em substituição à brita convencional no concreto e analisar a influência desta substituição na resistência à compressão axial e no módulo estático de elasticidade. Dessa forma os resultados indicam que tecnicamente os concretos atendem aos requisitos comerciais de 25 MPa aos 28 dias, ultrapassando os valores de 40 MPa aos 365 dias, sendo que há a ocorrência de valores de resistência à compressão axial superiores para a mistura que recebeu a substituição da brita convencional pelo rejeito de rocha. Os valores de módulo de elasticidade do concreto através do ensaio previsto pela NBR 8522 são em média cerca de 40% maiores do que os valores obtidos através da metodologia proposta pela NBR 6118:2014.
Publicado
2018-02-15
Como Citar
BANDIERA, Mariana et al. USO DE REJEITO DE PEDRA AMETISTA PARA A PRODUÇÃO DE CONCRETOS: POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO REGIONAL. CRICTE, [S.l.], fev. 2018. ISSN 2318-3438. Disponível em: <https://publicacoeseventos.unijui.edu.br/index.php/cricte/article/view/8977>. Acesso em: 16 set. 2019.
Seção
Engenharia Civil