PERSPECTIVAS DE DURABILIDADE EM ESTRUTURAS DE CONCRETO COM REJEITO DE PEDRA AMETISTA

  • Mariana Bandiera UNIJUÍ
  • Fernanda de Marco
  • Tuani Zat
  • William Widmar Cadore

Resumo

A exploração de minérios no Rio Grande do Sul é responsável pela disposição ambientalmente incorreta de resíduos industriais de pedra ametista, a partir da necessidade de encontrar outro destino para este rejeito iniciou-se a presente pesquisa com o intuito de verificar o seu comportamento quando inserido no concreto em substituição ao agregado graúdo. A substituição foi feita em 100%, mantendo um concreto como referência, nas relações a/c de 0,4, 0,5 e 0,6. Foram realizados ensaios de carbonatação natural aos 28, 91, 182 e 364 dias, de forma a obter um resultado amplo de comportamento do mesmo em termos de durabilidade. Tratando-se de carbonatação natural, ensaio que mede a ação do CO2 nas estruturas, concretos com relação a/c 0,4 não apresentaram sinais da mesma aos 364 dias, concretos com relação a/c 0,5 e 0,6 apresentam resultados satisfatórios, sendo que os mesmos indicam que a durabilidade atende à idade prevista de 50 anos.
Publicado
2018-02-15
Como Citar
BANDIERA, Mariana et al. PERSPECTIVAS DE DURABILIDADE EM ESTRUTURAS DE CONCRETO COM REJEITO DE PEDRA AMETISTA. CRICTE, [S.l.], fev. 2018. ISSN 2318-3438. Disponível em: <https://publicacoeseventos.unijui.edu.br/index.php/cricte/article/view/8963>. Acesso em: 18 ago. 2019.
Seção
Engenharia Civil