BIOPOLÍTICA, IMIGRAÇÃO E REFÚGIO: A CONSTRUÇÃO DA VIDA NUA E O CAMPO ATRAVÉS DO ESTADO DE EXCEÇÃO

  • Mateus Antunes Oling

Resumo

A pesquisa perspectiva a análise do campo de refugiados, suas características através do exemplo dos campos de Moria e Karatepe, na Grécia, e como esses cenários se constroem através do estado de exceção, que liga-se com a construção do imigrante e do refugiado como inimigos sociais, de vidas nuas, ou seja, vidas matáveis e descartáveis; e também através de um cenário de mixofobia, que é o medo de se misturar com o diferente. Através desses apontamentos, resta claro a necessidade de maior visibilidade ao tema e uma mudança drástica quanto às políticas adotadas perante os incessantes fluxos migratórios.

Publicado
2018-07-17
Como Citar
OLING, Mateus Antunes. BIOPOLÍTICA, IMIGRAÇÃO E REFÚGIO: A CONSTRUÇÃO DA VIDA NUA E O CAMPO ATRAVÉS DO ESTADO DE EXCEÇÃO. I Congresso Nacional de Biopolítica e Direitos Humanos, [S.l.], jul. 2018. Disponível em: <https://publicacoeseventos.unijui.edu.br/index.php/conabipodihu/article/view/9321>. Acesso em: 25 ago. 2019.
Seção
GT III – BIOPOLÍTICA, GÊNERO E IDENTIDADE